“Mas foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus.”
I Coríntios 6: 11
Recentemente, uma igreja de inclusão gay foi inaugurada perto do bairro onde moro, e fui convidado para conhecer a doutrina que eles apresentam para a sociedade. Apesar de respeitar e orar muito pelos homossexuais, eu não sou coerente com esse erro absurdo que é movimento gay cristão. Já existem variados “cristãos” que se denominam gays sem problema nenhum de consciência moral. Em suas igrejas “louvam” a Deus e até há casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Gay não vive em obediência a Deus, e, por consequência a Cristo, ja que as Escrituras mostram homossexualismo como pecado abominável diante de Deus, incompatível com a santidade característica do novo nascimento em Cristo, portanto, incompatível com o ser cristão autêntico.
Aquele que praticou a homossexualidade, ou qualquer outra impureza sexual, e se arrependeu do pecado, não vive mais a prática da iniqüidade e encontra nas Escrituras Sagradas, os desígnios para conquistar o equilíbrio emocional e espiritual, pode e deve, sem dúvida nenhuma, testemunhar a vida de Deus em uma liderança. Mas, é preciso estar submetido ao discipulado porque a mudança de orientação sexual não se adquire da noite pro dia.
Em contrapartida, eu acredito que aquele que pratica o pecado voluntariamente e gosta da prática, não pode assumir nenhuma liderança no Corpo de Cristo, porque não há nenhuma transformação de Deus nele. Seria desqualificar o Evangelho de Jesus Cristo e relativizar os princípios bíblicos, permiti que pessoas que não sofreram nenhuma transformação, que não renasceram em novidade de vida, preguem a Palavra de Deus sem nenhuma propriedade. Se não abandonaram a prática da homossexualidade, então as coisas antigas não passaram, não se fizeram novas. Continuam agindo da mesma maneira. Não houve conversão.
O pecado oculto zomba do sagrado e exalta o profano. E o púlpito é um lugar onde a Palavra de Deus é pregada com veemência, e exige que aqueles que sobem ao altar estejam transformados pelo Sangue do Cordeiro e pautados na Palavra de Deus.
Aqueles que abandonaram a homossexualidade e se converteram a Jesus podem ser aceitos com toda satisfação para atuar como líderes ou pastores no ministério. Isso pode acontecer desde que demonstrem frutos de arrependimento, comunhão com a presença do Espírito Santo, sendo transparentes e coerentes com a Sã doutrina, uma vez que eles possuem experiências pessoais para trabalharem na área de cura interior e libertação.
Como já testemunhei publicamente em igrejas, sites, blogs e no meu livro “Declarações de uma Alma Livre”, eu pratiquei a homossexualidade por muito tempo, mais do que eu gostaria de admitir. A Homossexualidade que eu enfrentei tinha raiz no desesperado desejo de amor e afirmação advinda de relacionamento com meu pai, além de profunda insegurança e dúvidas quanto a minha própria masculinidade. Troca de parceiro, risco de vida e transtorno emocional foi tudo o que recebi fazendo parte da subcultura gay.
Mas, eu não aceitei o falso destino que a homossexualidade reservou pra mim, eu queria ser livre e não prisioneiro de desejos impuros. Entreguei a minha vida a Cristo, passei a viver em novidade de vida, desfiz laços de desvios sexuais, submetendo-me ao controle de Cristo e ao que a Bíblia Sagrada decretou para as minhas emoções e sexualidade.
Muitos das pessoas que evangelizei que eu acompanhei, que no passado envolveram-se em desvios sexuais, e buscaram transformação na conduta, hoje são lideres, alguns pastores e outros missionários. Tudo o que eles fizeram contrário a Bíblia Sagrada, não foi mais poderoso e eficiente do que o Sangue do Cordeiro de Deus, que nos purifica de toda iniqüidade e apaga todas as vergonhas. Sendo assim, eu entro em concordância com as Sagradas Escrituras e digo que gays, tal como o assassino, o idolátra e a prostituta só devem ir ao altar de Deus para se arrependerem de seus pecados, e não para pregarem uma conduta que não agrada a Deus.
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