Sair do armário: significa assumir a homossexualidade e expressar no comportamento e pensamento o estilo de vida gay. Atualmente essa nomenclatura é usada para definir a fase confusa e cheia de dúvidas que alguns adolescentes, e até mesmo adultos, enfrentam em relação à própria sexualidade, e conseqüentemente a identidade. Mas será que a “saída do armário” é realmente a opção mais aceitável para quem está apenas confuso sexualmente?
O processo da saída do armário acontece da seguinte maneira: Primeiramente o adolescente ou mesmo adulto, precisa ter uma identidade sexualmente distorcida (Geralmente causada por traumas familiares, em que não há referencial heterossexual adequado) em seguida, o medo de contato íntimo com pessoas do sexo oposto, e por último a oportunidade de se sentir mais a vontade com o mesmo sexo.
Diante das experiências vividas por inúmeros homossexuais que temos discipulado, percebi que a maioria deles lamenta amargamente o dia que saíram do armário, que acreditaram na mentira de terem conquistado o direito de se sentir livre; Mas tudo é uma farsa, porque o fascinante mundo cor de rosa, de prazeres fáceis e aceitação imediata, não dura muito, mas o necessário para aprisionar o indivíduo na diversidade sexual.
“Aquele que pratica o pecado não tem paz” Isaías 48:22
Boates, cinemas pornográficos, saunas, reservas florestais, banheiros de shopping, são lugares constantes de pegação, no qual o “recém saído do armário”, pode expor todo seu desejo sexual e satisfazer seu impulso imoral com facilidade, sem nem identificar o nome e com o mínimo de discrição. As primeiras experiências “fora do armário” podem não ser agradáveis, apesar do deslumbramento aparente, muitos ainda enfrentam transtornos psicológicos mesmo depois de se assumirem homossexuais. Mas, os “recém saídos do armário” precisam entender que, na homossexualidade é comum a troca desimpedida de vários parceiros, que denota comportamento compulsivo e preocupação obsessiva com o sexo, massacrando qualquer possibilidade de haver amor verdadeiro entre iguais.
A saída do armário pode, a princípio, parecer prazeroso e excitante, mas esconde um mundo de vícios e solidão. Em nada será satisfatório, só tornará o individuo promíscuo, solitário e vulnerável a riscos aliados ao convívio com garotos de programas, e a exposição a doenças sexualmente transmissíveis. Sem mencionar que o “assumido” será motivo de piadinhas nos ambientes sociais e na própria família.
Observo que muitos homossexuais que procuram o Ministério Atos de Quem Ama para mudar de orientação são rapazes fragilizados que não preenchem os requisitos de machos, foram garotos delicados e sensíveis, humilhados por outros meninos e pela família; crescem enfrentando conflito permanente consegue mesmo e com outros, passam a se habituar no comportamento gay, e a desejar aqueles, que na infância, tiveram raiva e juraram não ser iguais. O senso de masculinidade está debilitado e ele não se acha capaz de ser másculo e satisfazer a pessoa do sexo oposto.
O Evangelho que pregamos é a total restauração de Jesus Cristo em qualquer identidade distorcida e a libertação dos hábitos que o prendiam no vicio sexual. Pregamos a possibilidade da mudança de orientação sexual, e encontramos na Bíblia respaldo para dizer que tudo é possível ao que crêr e ao que perseverar. É possível para o homossexual tornar-se heterossexual, se estiver motivado suficiente pra isso.
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